O Jornalista e a Comunicação Colaborativa – Entrevista com Juliano Spyer Agosto 28, 2008
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Perdi uma versão com mais imagens de corte, mais dinâmica, mas vou aperfeiçoar esta edição. O importante é que as opiniões de Juliano Spyer podem contribuir para a reflexão e trazer idéias para a discussão sobre as novas (ou não tão novas) possibilidades de atuação do jornalista na web 2.0, sob a perspectiva de alguém que está profundamente envolvido com mídias sociais.
O resultado deste exercício ficou bem diferente do projeto inicial, mas foi uma prova de resistência. Um aprendizado tanto no sentido da técnica quanto no conteúdo. Ah, não consegui puxar o vídeo pelo youtube. Usei o Google Vídeos, naquela opção de carregar vídeos maiores.
Relatório da execução do vídeo Agosto 28, 2008
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Para este último exercício do curso, gravei uma entrevista com o Juliano Spyer, que tem experiências interessantes em mídias sociais na web. Fiz as primeiras partes, a sinopse, o roteiro e esbocei a seqüência de blocos. Defini as perguntas, fui até o local da entrevista com uma câmera mini dv, a que estava mais acessível para mim, mas que complicou muito meu trabalho.
Tive muita dificuldade para capturar as imagens por não ter a placa necessária no meu computador. Finalmente, com a ajuda de alguém que já fez edição, consegui o material em formato menor para editar no meu computador, mas em preto e branco por alguma falha na hora de captação de imagens.
Mesmo em tamanho menor, o computador travou muito, tive que refazer algumas coisas. No meio da edição, percebi que a imagem e o áudio perderam a sincronia. As imagens estão mais atrasadas que o áudio. Hoje o plano era publicar o vídeo, mas estou tentando corrigir o problema.
Por enquanto estes são a sinopse e o roteiro do vídeo:
Produção do Documentário “O Jornalista e a Comunicação Colaborativa: entrevista com Juliano Spyer”
Desde que a web é web, essa tal de colaboração já dá o que falar. Mesmo assim, na área jornalística ainda é novidade em termos de carreira profissional.
A idéia da entrevista é conhecer o ponto de vista de alguém bastante atuante no contexto de ambientes web 2.0 especificamente sobre o papel do jornalista. O assunto que tem sido parte das discussões deste curso sobre Jornalismo 2.0, se mostra ainda nos primeiros passos. Em vez de trazer qualquer idéia definitiva para o assunto, esta entrevista tem o objetivo de enriquecer o debate.
Sai um documentário carne e queijo aí! Agosto 21, 2008
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Estou aqui a pensar no meu documentário, de 10 minutos, ainda em fase de produção, como parte dos exercícios deste curso Jornalismo 2.0.
Meu vídeo terá que ser assim, coisa rápida, que nem pastel, mas feito com carinho. Possivelmente a entrevista será amanhã então vou poder editar o vídeo no fim de semana. Achei que concluiria o pré-roteiro ainda esta noite, mas vou levar mais um tempinho.
A idéia básica do vídeo é a carreira jornalística no contexto da colaboração na web, por meio de entrevistas com profissionais que atuam na área.
O assunto tem sido parte das discussões deste curso sobre Jornalismo 2.0 e pode enriquecer o debate e nossa experiência como grupo, sem a intenção de trazer idéias conclusivas para o assunto.
Logo dou notícias.
Web 2.0 em 2008 Agosto 20, 2008
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Estamos na metade do ano, talvez a partir de agora as coisas comecem a esquentar um pouco mais na web. As Olimpíadas já trazem uma amostra disso, daqui a pouco serão as eleições, mas o importante é que esses eventos popularizam ainda mais tudo que está sendo possível fazer na web, num caminho mais ativo para as redes sociais.
Podcast – Web 2.0 em 2008 (2′10)
Chorinho, chorão Agosto 12, 2008
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Neste exercício sobre edição de imagens estou usando duas fotos tiradas por mim com recursos diferentes, ambas utilizando o Irfanview para a edição. O Irfanview é uma ferramenta que eu já utilizava com muita freqüência há algum tempo. É muito prática, rápida, com os recursos básicos de rotina. É difícil dar qualquer problema.
Além de recortar e redimensionar, utilizo muito a função “crop”, mais rápida para obter o resultado do recorte já que elimina a área ao redor (ou interior) a ser excluída. Para o exercício improvisei com fotos não exatamente tiradas para publicação, mas que servem como teste.
Aqui é uma cena de domingo, do tipo tranquilo, em um dos lugares que gosto de almoçar de vez em quando, o Sesc Vila Mariana, em São Paulo. Nesta cena de chorinho e samba na praça de eventos no dia 11 de agosto de 2008 tinha muitas famílias ao redor, em primeiro plano. Foi recortada, enfatizando o grupo de músicos.
Esta outra imagem, tirada com o celular, é do pequeno Rodrigo, um dia depois de seu nascimento, dia 6 de agosto. O chorão foi algumas horas depois de chegar ao mundo, ainda tentando entender que lugar era aquele e que gente era aquela babando na frente dele. A foto foi apenas redimensionada, pois da frente do berçário, com um vidro entre nós, só deu mesmo para improvisar uma recordação dessa coisinha mais linda de titia.

A máquina somos nós Agosto 6, 2008
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Buscas: dos mecanismos top aos inovadores Agosto 5, 2008
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Como mais uma atividade do curso sobre Jornalismo 2.0, analisei os cinco primeiros resultados sobre “cura do stress” em cada sistema de buscas: Google, Yahoo!, Altavista, Radar Uol, Clusty, MSN, Ask, DogPile.
Coincidências e discrepâncias
Ao inserir o tema “cura do stress”, nos mecanismos de buscas mais populares, Google e Yahoo, foi interessante observar que apareceram blogs e páginas wiki logo entre os primeiros resultados. Nos menos populares, achei recursos diferenciados e também úteis como clusters no Clusty e o Filtro da Família no Altavista. O DogPile me pareceu bastante inovador, já trazendo respostas em inglês e português, com as abas para busca em páginas amarelas e páginas brancas. Estas são como catálogos de endereços, mas o Brasil não faz parte dos locais de resultados. O Google é imbatível em número de respostas, com o dobro do site que está em segundo lugar. Em geral, não há muita diferença entre os tipos de endereços informativos (como notícias) e endereços comerciais (como sites de empresas).
Web 2.0: a necessidade é a mãe da invenção Agosto 3, 2008
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O que aconteceu com a web desde seu surgimento nos anos 60 tem se mostrado como um reflexo do que adverte a sabedoria popular. A tendência da web tem se mantido como ser um bem público, meio de manifestação para qualquer cidadão do mundo. Os pontos onde se conectam cada participante desta rede são os elos entre as necessidades particulares e comuns. Ao se tornarem públicas a todo o tempo por meio de novos produtos, estas necessidades mantêm uma dinâmica contínua de tornar impossível qualquer intenção de barreira, pela liberdade essencial que a web oferece.
Esta intransigência da web é uma grande razão do seu sucesso e o que fez com que todos percebessem que não era apenas uma bolha, mas permitiu que marcasse a história da humanidade inclusive trazendo um novo paradigma dos direitos. Mesmo com legislações para garantias aos cidadãos, a regulação e a restrição não estão no contexto da web. Talvez daí venha mais uma reinvenção da ética, além daquela formalizada e garantida pelos meios convencionais.
Nesses e em diversos outros aspectos, a web se reinventou, com práticas que se mostram cada vez mais permissíveis ao usuário. Da possibilidade fantástica de interação via troca de mensagens instantâneas, às formas mais recentes de adequar os conteúdos aos interesses dos usuários. Passamos por um momento decisivo que pode ser uma evolução do primeiro modelo web.
No decorrer dos anos de vida da web, como mostra Frederick van Amstel, chegamos a uma versão avançada da web que é um movimento social que discute os fundamentos da rede, não uma versão de software ou de arquitetura de redes e é a primeira vez que isso é feito em público. A web 2.0 também se diferencia por permitir não só diferentes formas de disponibilização do conteúdo, mas também para torná-la mais acessível por meio de novas opções de busca.
Esta novidade 2.0 mostra que a passividade não tem vez neste meio, o comportamento dos indivíduos na web e na sociedade “real” se modificam mutuamente. Isso aparece de maneira mais clara nas sociedades em que a democracia já tem conquistas mais consolidadas. Quando a censura é mais forte, a web é o meio mais libertador como se vê em sites contra medidas do governo chinês ou cubano, por exemplo.
Na dimensão online, o usuário interage cada vez mais, compartilha o que produz de forma também mais altruísta que na vida real, tanto que a agenda do século 21 é sócio-ambiental. As redes também se fortalecem por meio das ferramentas web e, novamente, os benefícios pelo conhecimento dos direitos levam a mais meios que possam garanti-los e ainda a participação da sociedade nas decisões globais desses direitos.
Todos nós estamos tão integrados a esta rede que, como profetizou Muir Grey, do NHS Institute, durante o Colóquio Cochrane realizado em São Paulo, em 2007, em poucos anos não se falará mais “se conectar a internet” porque esta estará permeando os produtos, meios de trabalho e relacionamento da sociedade global. Tudo estará conectado a internet, assim como não se fala mais em usar a energia elétrica, simplesmente se pressiona o interruptor para acender a luz como qualquer movimento diário.
Talvez por associação a ferramentas mais acessíveis, isso chegue de maneira mais justa às populações mais desfavorecidas hoje. Em 2006, a estimativa era de que 45% de vilas da África Subsaarianaa são cobertas por sinal de telefonia móvel em 2006, não significando conectividade, mas que os sinais estão disponíveis, conforme relatório da International Telecommunications Union.
O celular que dá maior poder às pessoas por serem portáveis, pessoais, acessíveis realmente em qualquer momento e lugar (não ficam em uma sala como um PC, têm custo relativamente baixo e durabilidade), podem ser a saída que vai provocar maior sede de conteúdo interativo e participativo, que estão próprias palavras e contexto do usuário.
O fato é que todos nós somos parte desta teia em algum ponto e, como mais um passo adiante da web 1.0, o comando do usuário trará mais quebras de paradigmas do ponto de vista da qualidade do conteúdo disponível na web. É possível constatar isso, por exemplo, na sociedade americana em que ¾ das pessoas que buscam informação sobre saúde não checa a fonte ou data da informação de maneira consistente, de acordo com um estudo da Pew Internet & American Life Project, de 2006.
Pela própria necessidade de garantir essas interações, os maiores filões da web passaram a ser as ferramentas que permitissem para isso. Daí a diferença principal que marca um novo momento para a web. A vida na web passou a exigir ferramentas para permitir os contatos entre os pontos da web.
Na blogosfera Julho 31, 2008
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Este blog nasce de uma atividade do curso Introdução ao Jornalismo 2.0: Oportunidades e Desafios na Era Digital, do Knight Center for Journalism in the Americas, da Universidade do Texas.
O assunto promete render aqui, assim como acontece blogosfera afora. A web tem se transformado e se empoderado como meio de intercomunicação o que é mais uma marca em sua história, é o pulo da web.
Vamos ver o que está por vir por aí e aqui!
Hello world! Julho 31, 2008
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